O lado vencedor da internet
World of warcraft Cataclysm brasileiro
Foi em 2001 que a Blizzard Entertainment anunciou World of Warcraft. Três anos depois o jogo chegaria às lojas tornando-se rapidamente um grandioso sucesso de vendas. Em 2007, o famoso MMO conheceu a primeira expansão, World of Warcraft: The Burning Crusade, e em 2008 a segunda, World of Warcraft: Wrath of the Lich King.
Agora, já com anos de experiência, a Blizzard prepara-se para revolucionar World of Warcraft (ou WoW, como é mais conhecido), ao anunciar World of Warcraft: Cataclysm! Depois do sucesso da BlizzCon 2009, sabe-se agora todos os pormenores e alterações que virão na próxima expansão.
Cataclysm Terá duas novas raças jogaveis, os Worgen que jogam para a Aliança e os Goblins que prestão o seu apoio à Horde, cada uma com a sua própria área de início. O nível máximo irá aumentar de 80 para 85, com a Blizzard a garantir que os novos cinco níveis serão ainda mais difíceis de ultrapassar. Para este efeito, o jogo contará com novas áreas high-level (78-85).
Para os jogadores mais antigos, talvez uma das maiores novidades seja a reconstrução (revamp) das zonas clássicas da velha Azeroth. A conhecida (tanto por allys e hordes) The Barrens encher-se-á de lava e será dividida em duas, Desolace irá transformar-se numa autêntica zona verde ao invés do te um terreno árido, entre tantas outras mudanças no território. Tal como World of Warcraft: Wrath of the Lich King introduziu, algumas zonas da nova expansão irão contar com “território faseado” (“phased terrain”), o qual mudará à medida que se avança nas quests. Uma das novidades que agradou mais aos jogadores foi o facto de agora poderem usar a sua Flying Mount em qualquer sítio de Azeroth.
À parte desta reconstrução, as novas zonas incluem The Lost Isles (território inicial dos Goblins), Guilneas (território inicial dos Worgen), Twilight Highlands, Mount Hyjal, Deepholm, Uldum, Grim Batol e a Sunken City of Vashj’ir, uma cidade inteiramente construída debaixo de água. A par das Flying Mounts existirão agora Water Mounts para deslocação na agua.
A Blizzard declarou ainda que World of Warcraft: Cataclysm contará com mais Raid Content do que alguma das expansões anteriores, oferecendo a todos os encounters um modo mais difícil e desafiante. The Deadmines ou Shadowfang Keep são duas das dungeons que contarão com Heroic Mode.
Os jogadores poderão agora criar Orc Mage, Undead Hunter, Tauren Paladin, Tauren Priest, Troll Druid, Blood Elf Warrior, Human Hunter, Dwarf Mage, Dwarf Shaman, Night Elf Mage e Gnome Priest. Os Goblins só não poderão ser Druid e Paladin, e aqueles que preferirem os Worgen não poderão criar Paladin ou Shaman.
Na parte da guild existirão agora guild levels e guild achievments, que poderão ser desbloqueados em grupo, para alem disso existirá também uma guild talent tree que contará com habilidades como mass ressurection, repairs mais baratos ou ainda uma durability loss mais lenta
O Player-vs-Player (PvP) não será esquecido, com a criação de novas zonas PvP e Battlegrounds com rated teamplay, assim como novas daily quests na Tol Barad Island.
Uma nova profissão secundária será criada: Archaeology. Segundo as informações do site oficial, esta nova profissão oferecerá aos jogadores a possibilidade de desenterrar artefactos escondidos e ter direito a recompensas valiosas.
World of Warcraft: Cataclysm será baseada no ressurgimento de Deathwing e no Maelstrom, o remoínho situado no meio do The Great Sea. Para além de Deathwing, também outras personagens conhecidas terão um forte impacto na nova expansão, como Thrall, Garrosh Hellscream, King Varian Wrynn, King Genn Greymane ou a Queen Azshara.
Segundo a história do jogo, Deathwing, the Destroyer, anteriormente conhecido como Neltharion, the Earthwarder, é um dos cinco Dragon Aspects criados pelos Titans, com o objectivo de proteger o continente de Kalimdor (o único continente de Azeroth, na altura) aquando da formação do Universo. Nozdormu, Alexstrasza, Ysera e Malygos constituem os outros Aspects, cada um com poderes e responsabilidades específicos.

